17 de setembro de 2012

Por ela.


Dos que iam e vinham,
dos que vão e estão.
É a prainha que nos canta,
É a prainha que diz não.

Pela cultura que tinha,
Pelo povo que desdem.
É o rio que nos move,
É o rio que nos tem.

Esta sufocante, esta doentio.
É pedra na prainha,
É concreto no rio.

Queremos e podemos,
Salvar e transformar.
A prainha que amamos,
Iremos despredar.

A democracia é do povo,
que viu e decidiu.
Se há pedra no caminho,
Que não fique no rio.

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